sábado, 1 de agosto de 2009

Ex-secretária afirma que se sentia pressionada pela opinião pública

Esse teria sido o motivo para Aparecida França colocar o cargo à disposição, o que não foi aceito pelo prefeito Carlos Eduardo

Política, NoMinuto
Matérias publicadas em 15 de junho de 2009

A ex-secretária de saúde de Natal Aparecida França, em depoimento à Comissão Especial de Inquérito da Câmara Municipal de Natal, na manhã de hoje (15), quando questionada pelo vereador Albert Dickson (PP), relator da CEI, o motivo de ter pedido exoneração ao então prefeito Carlos Eduardo Alves, que não aceitou, justificou que sentia-se pressionada pela opinião pública, o que a levou a colocar o cargo à disposição.

“Defendi e defendo os meus princípios e mesmo tendo pedido exoneração, o prefeito confiou e respeitou a equipe, mantendo-nos na secretaria”, destacou.

Ela falou sobre as dificuldades que sentia, mas que sempre fez questão de trabalhar em equipe e de levar essas dificuldades para aqueles que trabalhavam diretamente com ela, como também para os titulares das outras pastas do município, quando necessário.

Sobre o fato dela afirmar não tido acesso às conclusões do relatório da Vigilância Sanitária quanto aos medicamentos, Aparecida França afirmou que apesar disso, nunca deixou de tomar as devidas providências sobre os problemas que envolviam a secretaria.

“Tínhamos total liberdade para conversar com os demais secretários e tentar solucionar os problemas antes mesmo de levá-los ao conhecimento do prefeito. Muita coisa nós resolvíamos no âmbito da Secretaria de Saúde”, lembrou, acrescentando que outros assuntos, como a dengue, a Maternidade Leide Morais e o Hospital dos Pescadores foram tratados constantemente nos últimos meses da gestão diretamente com Carlos Eduardo.

O vereador Ney Lopes Júnior (DEM) indagou por que não foram tomadas medidas efetivas para melhorar o acondicionamento dos medicamentos. Ela discordou de sua pergunta e disse que foram sim tomadas medidas efetivas. “Entretanto, esse problema só foi detectado no final de 2007, ocasionado pelo aumento da temperatura”.

Ney Lopes Júnior ainda questionou o fato de Aparecida França ter se referido aos membros da CEI como desesperados e ignorantes. Ela justificou, pedindo que desconsiderassem e que não se referia a todos os membros, mas também não disse sobre quem pensava quando disse isso.

“Agradeço a sua pergunta e aproveito a oportunidade para me desculpar e destacar o trabalho importante que vem sendo realizado por esta comissão. “Os senhores têm mostrado uma postura de respeito”, concluiu a ex-secretária.
Segunda-feira, 15/06/2009 às 09h23
Aparecida admite que prédio não era adequado para medicamentos
Ex-secretária presta esclarecimentos na CEI dos Medicamentos na Câmara Municipal de Natal.
A ex-secretária de Saúde de Natal Aparecida França começou agora há pouco a prestar esclarecimentos na sessão de hoje da Comissão Especial de Inquérito que apurar as possíveis irregularidades na gestão dos medicamentos na gestão passada.

A primeira pergunta respondida por Aparecida foi sobre a mudança do prédio onde eram armazenados os medicamentos.

Aparecida admitiu que “também não considerava adequado” o galpão onde passaram a ser armazenados os remédios, na avenida Antônio Basílio, depois que a secretaria teve que entregar o prédio antigo, localizado na avenida Mor Gouveia. “Mas foi uma época muito difícil para que encontrássemos um local”, explicou a ex-secretária.

O relator da CEI, vereador Albert Dickson (PP), indagou se houve falta de empenho da equipe, considerando que o prédio da Mor Gouveia tinha 10 mil metros quadrados, aluguel de R$ 11 mil, enquanto o outro local de armazenamento tinha 2.400 metros quadrados e aluguel de R$ 20 mil.

Segundo Aparecida, no prédio antigo funcionavam dois setores da secretaria, sendo a parte de armazenamento praticamente igual ao novo local. “Mas reconheço que não era um local adequado, como nem mesmo o da Mor Gouveia era”, disse a ex-secretária.

A CEI ouvirá à tarde o ex-secretário Edmilson Albuquerque, que sucedeu Aparecida na Secretaria Municipal de Saúde.

* Mais informações em instantes.

CEI: vereadores decidem quarta-feira se convocarão ex-prefeito

Ex-secretário Edmílson Albuquerque prestou depoimento e tentou isentar Carlos Eduardo de responsabilidade

Política, NoMinuto
Matérias publicadas em 15 de junho de 2009

A comissão especial de inquérito (CEI) que visa descobrir a responsabilidade pelo excesso de medicamentos vencidos no galpão da Secretaria de Saúde de Natal teve novos depoimentos continuou na tarde desta segunda-feira (15). O ex-secretário Edmilson Albuquerque foi ouvido e procurou isentar o ex-prefeito Carlos Eduardo de culpa pelo acúmulo de medicamentos vencidos no galpão da SMS. A convocação ou não do ex-prefeito será decidida pelos vereadores na quarta-feira (17).

Assim como disse na entrevista coletiva que concedeu em 16 de abril, Edmilson Albuquerque questionou a quantidade de medicamentos que vem sendo divulgada como descartada pela SMS, bem como negou a responsabilidade pelo entulho e pelos animais que estavam no depósito dos medicamentos. “Na nossa gestão, que foi até 31 de dezembro de 2008, não estava daquele jeito. Temos fotografias que comprovam o que estamos dizendo”, reafirmou.

O vencimento dos medicamentos, ainda de acordo com o ex-secretário, ocorreu em quantidade normal e não houve perda de medicamentos devido às condições do galpão. Ainda assim, Albuquerque admite que eram necessárias as alterações na estrutura do local, considerado por ele e por Aparecida França como inadequados para comportar os medicamentos.

“Os medicamentos que venceram em quantidades maiores foram devido às sazonalidades das doenças, ao desuso das drogas por parte dos médicos, outros fatores normais, e não por termos comprado eles próximos a vencer”, disse.

Com relação à possibilidade de devolver aos laboratórios os medicamentos próximos de estragar, Edmilson Albuquerque afirmou que foi realizado o pedido oficialmente pela SMS, mas que não sabia se a devolução fora executada. Além disso, o ex-gestor também reafirmou que o descarte dos medicamentos foi solicitado à Urbana, que não atendeu ao pedido – o que gerou a desconfiança do vereador Heráclito Noé (PPS).

O parlamentar, um dos cinco que compõem a CEI, estranhou o fato de Edmilson Albuquerque afirmar que Carlos Eduardo não tinha conhecimento sobre grande parte do que ocorria na SMS. Para o vereador, o natural seria que o ex-secretário informasse ao então prefeito que o descarte dos medicamentos fora solicitado à Urbana e a SMS ficou sem resposta.

Da mesma forma que Aparecida França, Edmilson Albuquerque admitiu que eram necessárias adequações no galpão. Além disso, Albuquerque também afirmou que tinha autonomia durante a sua gestão na Saúde do município e que importantes decisões sequer eram passadas ao ex-prefeito Carlos Eduardo, inclusive sobre o gerenciamento do fluxo de medicamentos da SMS. Esse posicionamento, na opinião dos parlamentares, poderia servir como “escudo” para o ex-prefeito.

Na opinião do presidente da CEI, vereador Hermano Morais (PMDB), foi clara a tentativa do ex-secretário de tentar livrar Carlos Eduardo da responsabilidade sobre os medicamentos vencidos. “A exemplo dos outros (depoentes que participavam da SMS), o ex-secretário admitiu falhas na gestão dos medicamentos. Mas ele com certeza tentou livrar o ex-prefeito ao dizer que, da parte dele, em nenhum momento procurou o ex-prefeito. Foi uma afirmação que cada um dos vereadores, de acordo com a consciência, vai avaliar”, declarou Hermano.

Ao fim da reunião, os parlamentares estiveram reunidos e decidiram que na quarta-feira (17), após uma nova reunião e da análise de alguns documentos que vêm recebendo, será decidido se Carlos Eduardo será ou não convocado para comparecer à CEI dos Medicamentos.

Depoimentos

Os depoimentos da CEI dos Medicamentos continuam na manhã da quinta-feira (18). De acordo com Hermano Morais, engenheiros da empresa contratada para a reforma do galpão irão dar esclarecimentos sobre o contrato e o ex-diretor do centro de zoonoses de Natal também será ouvido para falar da aquisição de supostas 20 toneladas de veneno para ratos.


Segunda-feira, 15/06/2009 às 15h30
Ex-secretário de saúde presta depoimento à CEI dos Medicamentos
Edmilson Albuquerque deve ser último ouvido antes da possível presença do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves, na Câmara Municipal do Natal.

O ex-secretário municipal de saúde, Edmilson Albuquerque, presta depoimento na tarde desta segunda-feira (15), na CEI dos Medicamentos. Passado um mês do início das investigações por parte da Câmara Municipal do Natal, Edmilson deve ser o último antes da possível presença do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves.

Os vereadores estão ouvindo o ex-secretário durante toda a tarde e, só após a oitiva, eles decidiram se Carlos Eduardo deverá ser convocado para prestar esclarecimento à Comissão Especial de Inquérito.

A expectativa é que o depoimento do ex-prefeito de Natal seja realizado na próxima quinta-feira (18). A CEI começou os trabalhos no dia 18 de maio e a expectativa do relator é de que seja concluída na primeira semana de julho.

Com a conclusão dos depoimentos, a comissão estima um período de duas semanas para comparar os dados informados pelos convocados com as notas fiscais e demais documentos relacionados a aquisição e distribuição de medicamentos no galpão da Secretaria.

Políticos prestigiam o jornalista Rubens Lemos

Blog de Thaísa Galvão
Nota publicada em 15 de junho de 2009

Além da governadora Wilma de Faria e do senador Garibaldi Filho, foram cumprimentar o jornalista Rubens Lemos os federais Henrique Alves e Fátima Bezerra, os estaduais Robinson Faria, Raimundo Fernandes, Wober Júnior e Fernando Mineiro, os vereadores Ney Júnior, Júlia Arruda, Edivan Martins e George Câmara...
Do governo, muitos secretários...
Da Prefeitura, apenas o presidente da Urbana, Bosco Afonso.

Foto: Canindé Soares

Rubinho com os vereadores Edivan, Júlia, George e Ney

CEI dos Medicamentos: Aparecida França diz que ex-prefeito não sabia de nada

Blog Território Livre, TN OnLine
Notas publicadas em 15 de junho de 2009

E prossegue o depoimento da ex-secretária de saúde de Natal, Aparecida França. Abaixo alguns trechos pinçados da sua fala:

* Sobre o depódito dos medicamentos (na avenida Antônio Basílio), afirmou que a elevação da temperatura no local só foi observada no final do ano, vez que o período chuvoso arrefeceu a alta temperatura que hoje se questiona como motivador do mau acondicionamento dos medicamentos;
* Culpou a burocracia inerente ao poder público e o cumprimento aos trâmites legais. Declarou que sabia da necessidade de mudança no almoxarife, inclusive a necessidade de climatização, mas fez a ressalva: no seu tempo não estava dessa maneira que foi divulgado nos jornais e TVs;
* Segundo Aparecida França, o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves não foi informado( pelo menos por ela), nem teve conhecimento dos problemas do galpão e almoxarife da Secretaria Municipal de Saúde de Natal.
* Em resposta ao vereador Ney Lopes Júnior que indagou sobre a declaração da secretária à imprensa, classificando os integrantes da CEI de "despreparados e ignorantes" respondeu; "Desconsidre isso. Peço desculpas se o atingi de alguma maneira. Hoje vejo que a CEI tem desempenhado um papel importante e

O Homem Óbvio

Coluna Toinho Silveira, Site Versátil News
Nota publicado em 15 de junho de 2009

“O Homem Óbvio”, livro de crônicas do jornalista Rubens Lemos, que foi lançado hoje à noite, no Teatro de Cultura Popular levou todas as correntes políticas para a sessão de autógrafos mais prestigiada do ano. Bacurais, tucanos, araras...De todas as bandeiras tinha um representante no exército de fãs e amigos que foram abraçar o filho ilustre do jornalista Rubens Lemos e Isolda.


A Câmara bem representada: Ney Júnior, Júlia Arruda e Edivan Martins

EX-SECRETÁRIO EDMILSON ALBUQUERQUE DEPÕE NA CEI

Blog Muitas Outras
Nota publicada em 15 de junho de 2009

A Comissão Especial de Inquérito da Câmara Municipal do Natal que investiga o desperdício de medicamentos na secretaria de saúde ouviu hoje à tarde o ex-secretário Edmilson Albuquerque.
Edmilson foi secretário municipal de abril a dezembro de 2008 assumindo depois do afastamento de Aparecida França.

Perguntado qual as razões que levaram ao acúmulo e desperdício de medicamentos, Edmilson Albuquerque atribuiu à sazonalidade das doenças, mudança nas prescrições e à falta de médicos nas unidades de saúde.

O relator da CEI, Albert Dickson, quis saber ainda, se durante a passagem dele (Edmilson) como secretário de saúde, o ex-prefeito Carlos Eduardo questionava-o como estava a pasta?
Segundo Edmilson, "ele questionava sempre o que estava na mídia, ou seja, as unidades de saúde que eram alvo de interdições por parte do Conselho de Medicina, a construção da Maternidade da Zona Norte, a relotação ou lotação de médicos nas unidades de saúde, etc...".

O vereador Ney Júnior perguntou porque o ex-secretário não cobrou do dono do imóvel onde estava o Almoxarifado de Medicamentos, a reforma do prédio, ao invés de abrir uma dispensa de licitação para reformá-lo, já que constava em contrato de locação?
O ex-secretário disse apenas: “falhei”.

Ney Júnior ainda quis saber qual o relacionamento de Edmilson Albuquerque com o seu secretário de saúde, à época que ele era prefeito de Caiçara do Norte.
O ex-secretário recusou-se a responder alegando que o vereador estava mudando o foco das investigações.

Em relação à compra de raticidas em quantidade exagerada, para Edmilson foi feita por recomendação do chefe do Setor de Zoonoses, veterinário William Bonfim.
Os membros da CEI estudam agora a possibilidade de convocarem o ex-chefe do setor de Zoonoses para prestar depoimento.

Relator Albert Dickson avalia desperdício em R$ 13,6 mi

Correio Político, Correio da Tarde
Matéria publicada em 15 de junho de 2009

O relator da Comissão Especial de Inquérito (CEI) dos medicamentos, Albert Dickson (PP), anunciou, nessa manhã, ao ouvir o depoimento da ex-secretária municipal de Saúde Aparecida França, que o valor total do desperdício de remédios e materiais descartados pelas unidades de saúde, somente em 2008, chega a R$ 13,6 milhões.

Albert revelou que, enquanto em 2007 foram descartadas apenas 7,5 toneladas de remédios, esse número chegou a 76 em 2008, montante dez vezes maior do que o ano anterior. Isso, sem contar com os remédios jogados no ralo e na privada, pelo ex-chefe do Serviço de Abastecimento Médico, odontológico e Laboratorial (Samol), Fábio Brennand.

O vereador ainda apresentou um diagnóstico da comissão que comprova o aumento da compra de remédios, diminuição na distribuição e aumento no descarte, entre os anos de 2007 e 2008.

A ex-secretária de saúde questionou as informações apresentadas pelo relator e disse que não quer na veracidade da estatística apresentada.Aparecida França, em depoimento, disse que não sabia do desvio de funções no almoxarifado – onde almoxarifes faziam o trabalho dos farmacêuticos e do descarte irregular de medicamentos. Porém, ela admitiu que sempre soube das péssimas condições que se encontrava o galpão do Departamento de Materiais e patrimônio (DMP) do município.

“Eu sabia das condições em que os remédios estavam acondicionados, mas a dificuldade para mudar é muito grande. A burocracia dificulta a resolução de problemas que precisam ser solucionados com urgência.

Existia planejamento, mas não era o ideal. Porém, me surpreendi quando vi as fotos e as imagens do galpão. Não era daquele jeito quando eu estava na secretaria. Nunca vi tanta desorganização”, declarou aparecida, que considera normal o vencimento de parte dos remédios adquiridos pelo DMP.

A CEI dos medicamentos investiga irregularidades na aquisição, no acondicionamento e na distribuição de remédios na gestão do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, que poderá ter convocação anunciada amanhã. A comissão é composta pelos vereadores Hermano morais (PMDB) – presidente, Albert Dickson (PP) – relator, Ney Lopes Júnior (DEM) – vice-presidente, Heráclito Noé (PPS) e Paulo wagner (PV). Até essa manhã, foram ouvidos 31 depoimentos. Na tarde de hoje, será ouvido o ex-secretário Edimilson Albuquerque.

Ex-secretária diz que não sabia do descarte de remédios vencidos

Capa e Cidade, Jornal de Hoje
Matéria publicada em 15 de junho de 2009



Leonardo Dantas - Repórter

A Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Camâra Municipal de Natal, que investiga o caso dos medicamentos mantidos fora dos padrões de acondicionamento no depósito da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), ouviu na manhã de hoje o depoimento da ex-secretária Aparecida França. O relato era considerado um dos mais importantes para a conclusão da CEI, iniciada há um mês e com previsão de ser encerrada antes do recesso de julho. Hoje à tarde, os vereadores ainda ouviriam o também ex-secretário de Saúde, Edmilson Albuquerque. O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves poderá ser chamado para depor na próxima quinta-feira.

Em suas palavras, Aparecida França tentou minimizar o problema denunciado pela atual gestão, negando ter conhecimento de parte dos dados apresentados pelos vereadores componentes da CEI, entre eles, o depoimento de antigos funcionários que reconheceram o descarte de medicamentos vencidos pelo "ralo".

O relator da CEI dos Medicamentos, vereador Albert Dickson questiou se a ex-secretária tinha conhecimento da situação do prédio do Departamento de Material e Patrimônio (DMP), tendo como base os relatórios produzidos pelo Ministério da Saúde e Vigilância Sanitária, o que em seguida foi ratificado pelo vereador Ney Júnior como uma situação de precariedade. Entre as informações apresentadas à depoente, constavam a mudança das instalações do DMP para um prédio de 2.400 metros quadrados, quando o anterior media 10 mil metros quadradados, e os serviços de reformas exigidos em 25 itens num dos relatórios.

Aparecida França afirmou que nunca teve acesso ao relatório citado, mas reconheceu ter conhecimento da situação do DMP, classificando como uma situação de dificuldade e não de precariedade. Em seus argumentos, revelou que o assunto vinha sendo resolvido ao longo de sua gestão. Ela justificou que o prédio anterior era maior, porém o depósito dos remédios era dividido com outros setores, restando apenas o mesmo espaço do novo prédio. Aparecida França disse ainda que o problema nunca foi levado, da parte dela, para o então prefeito Carlos Eduardo, pois se tratava de algo pontual. "Refuto todas as imagens publicadas pelos jornais e passadas na televisão sobre as condições e organização do DMP. Não me recordo de tê-lo deixado daquela maneira quando deixei o cargo", diz a secretária.

Sobre as condições do prédio alugado, com problemas principalmente no acondicionamento dos remédios devido às altas temperaturas registradas no interior do galpão principal, ela explicou que o local foi alugado em meados de 2007, quando a temperatura na cidade seria mais agradável, por isso, o problema só foi ser percebido no fim daquele ano. A partir de então, a SMS acionou o setor de engenharia e a Coordenadoria de Vigilância Sanitária, contradizendo o que havia dito anteriormente ao afirmar que não havia tido acesso aos relatórios. "Sabia de alguns problemas, mas trabalho dentro da legalidade e agi dentro dos prazos. É muito fácil criticar e apontar a Saúde Pública, mas ninguém quer assumir a responsabilidade", diz Aparecida.

Entretanto, os primeiros depoentes apresentaram diversos problemas devido à falta de condições do prédio e, em especial, a falta de controle e logística no DMP, inclusive com relato de memorandos enviados à SMS tratando do assunto
Contudo, Aparecida França manteve a posição em não confirmar nenhuma das denúncias referentes ao preenchimento incorreto de notas fiscais nem do descarte de remédios, alguns deles jogados pelo ralo. "Se eu tivesse conhecimento, isso jamais teria acontecido. Não sou farmacêutica nem do meio ambiente, mas sou cidadã e jamais aceitaria isso. Nem ouvi falar algo do tipo. Só tomei conhecimento pela CEI e não há nenhum documento que ateste isso", diz Aparecida França
Além disso, ela negou ter conhecimento do envio de medicamentos vencidos para unidades hospitalares e compras da SMS sem licitação. Segundo o questionamento da CEI, entre 60% e 70% das compras para o DMP ocorriam com dispensa de licitação, mesmo com valores de até R$ 300 mil, contrariando a lei nº 8.666 que rege os processos licitatório. "Unidades grandes possuem uma grande demanda de envio de medicamentos, mas eu não tenho conhecimento de material vencido em unidades. Sobre as licitações, não autorizei nenhuma compra com dispensa que não se enquadrasse na lei", revela.

Os vereadores apresentaram ainda a informação de que em 2008 foram perdidas 76 toneladas de material do DMP e de unidades de saúde, segundo o declarado pela empresa Marquise, totalizando um prejuízo de R$ 13,6 milhões para o município. De acordo com o relator, esse valor representaria 136% do investido pela SMS no mesmo ano na compra de material. A ex-secretária justificou que o descarte em questão não seria apenas de medicamentos, mas também de luvas, agulhas e máscaras. Segundo Aparecida, o descarte não seria apenas referente ao ano de 2008 e que o medicamento não é comprado com o vencimento de um ano. "Em 2003 iniciamos o trabalho de assistência farmacêutica. Nesta época compramos medicamentos que em média se venceriam em cinco anos. A relação de quantidade com o ano é simplória", diz a antiga gestora.

Por fim, ela afirmou que não houve omissão nem falta de planejamento por parte de sua administração. Contudo, reconheceu um certo descontrole na parte logistíca, atribuindo o problema à falta de recursos do Ministério da Saúde para investimentos nesta área.

Ex-secretária diz que não sabia do descarte de remédios vencidos






Leonardo Dantas - Repórter



A Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Camâra Municipal de Natal, que investiga o caso dos medicamentos mantidos fora dos padrões de acondicionamento no depósito da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), ouviu na manhã de hoje o depoimento da ex-secretária Aparecida França. O relato era considerado um dos mais importantes para a conclusão da CEI, iniciada há um mês e com previsão de ser encerrada antes do recesso de julho. Hoje à tarde, os vereadores ainda ouviriam o também ex-secretário de Saúde, Edmilson Albuquerque. O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves poderá ser chamado para depor na próxima quinta-feira.

Em suas palavras, Aparecida França tentou minimizar o problema denunciado pela atual gestão, negando ter conhecimento de parte dos dados apresentados pelos vereadores componentes da CEI, entre eles, o depoimento de antigos funcionários que reconheceram o descarte de medicamentos vencidos pelo "ralo".

O relator da CEI dos Medicamentos, vereador Albert Dickson questiou se a ex-secretária tinha conhecimento da situação do prédio do Departamento de Material e Patrimônio (DMP), tendo como base os relatórios produzidos pelo Ministério da Saúde e Vigilância Sanitária, o que em seguida foi ratificado pelo vereador Ney Júnior como uma situação de precariedade. Entre as informações apresentadas à depoente, constavam a mudança das instalações do DMP para um prédio de 2.400 metros quadrados, quando o anterior media 10 mil metros quadradados, e os serviços de reformas exigidos em 25 itens num dos relatórios.

Aparecida França afirmou que nunca teve acesso ao relatório citado, mas reconheceu ter conhecimento da situação do DMP, classificando como uma situação de dificuldade e não de precariedade. Em seus argumentos, revelou que o assunto vinha sendo resolvido ao longo de sua gestão. Ela justificou que o prédio anterior era maior, porém o depósito dos remédios era dividido com outros setores, restando apenas o mesmo espaço do novo prédio. Aparecida França disse ainda que o problema nunca foi levado, da parte dela, para o então prefeito Carlos Eduardo, pois se tratava de algo pontual. "Refuto todas as imagens publicadas pelos jornais e passadas na televisão sobre as condições e organização do DMP. Não me recordo de tê-lo deixado daquela maneira quando deixei o cargo", diz a secretária.

Sobre as condições do prédio alugado, com problemas principalmente no acondicionamento dos remédios devido às altas temperaturas registradas no interior do galpão principal, ela explicou que o local foi alugado em meados de 2007, quando a temperatura na cidade seria mais agradável, por isso, o problema só foi ser percebido no fim daquele ano. A partir de então, a SMS acionou o setor de engenharia e a Coordenadoria de Vigilância Sanitária, contradizendo o que havia dito anteriormente ao afirmar que não havia tido acesso aos relatórios. "Sabia de alguns problemas, mas trabalho dentro da legalidade e agi dentro dos prazos. É muito fácil criticar e apontar a Saúde Pública, mas ninguém quer assumir a responsabilidade", diz Aparecida.

Entretanto, os primeiros depoentes apresentaram diversos problemas devido à falta de condições do prédio e, em especial, a falta de controle e logística no DMP, inclusive com relato de memorandos enviados à SMS tratando do assunto
Contudo, Aparecida França manteve a posição em não confirmar nenhuma das denúncias referentes ao preenchimento incorreto de notas fiscais nem do descarte de remédios, alguns deles jogados pelo ralo. "Se eu tivesse conhecimento, isso jamais teria acontecido. Não sou farmacêutica nem do meio ambiente, mas sou cidadã e jamais aceitaria isso. Nem ouvi falar algo do tipo. Só tomei conhecimento pela CEI e não há nenhum documento que ateste isso", diz Aparecida França
Além disso, ela negou ter conhecimento do envio de medicamentos vencidos para unidades hospitalares e compras da SMS sem licitação. Segundo o questionamento da CEI, entre 60% e 70% das compras para o DMP ocorriam com dispensa de licitação, mesmo com valores de até R$ 300 mil, contrariando a lei nº 8.666 que rege os processos licitatório. "Unidades grandes possuem uma grande demanda de envio de medicamentos, mas eu não tenho conhecimento de material vencido em unidades. Sobre as licitações, não autorizei nenhuma compra com dispensa que não se enquadrasse na lei", revela.

Os vereadores apresentaram ainda a informação de que em 2008 foram perdidas 76 toneladas de material do DMP e de unidades de saúde, segundo o declarado pela empresa Marquise, totalizando um prejuízo de R$ 13,6 milhões para o município. De acordo com o relator, esse valor representaria 136% do investido pela SMS no mesmo ano na compra de material. A ex-secretária justificou que o descarte em questão não seria apenas de medicamentos, mas também de luvas, agulhas e máscaras. Segundo Aparecida, o descarte não seria apenas referente ao ano de 2008 e que o medicamento não é comprado com o vencimento de um ano. "Em 2003 iniciamos o trabalho de assistência farmacêutica. Nesta época compramos medicamentos que em média se venceriam em cinco anos. A relação de quantidade com o ano é simplória", diz a antiga gestora.

Por fim, ela afirmou que não houve omissão nem falta de planejamento por parte de sua administração. Contudo, reconheceu um certo descontrole na parte logistíca, atribuindo o problema à falta de recursos do Ministério da Saúde para investimentos nesta área.

Ney

Coluna Pedro Carlos, Correio da Tarde
Notas publicadas em 15 de junho de 2009

Ney

Conversei com o vereador Ney Lopes Jr. (DEM) a respeito do andamento da Comissão Especial de Inquérito (CEI) dos Medicamentos. Ney Jr. considera que mais do que uma comissão política, a CEI tende a apresentar resultados práticos do ponto de vista das responsabilidades no episódio.

Órgãos

As informações colhidas até aqui, ele lembra, também estão sendo acompanhadas por outros organismos fiscalizatórios, como o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público. Pelo jeito, caso a CEI conclua que realmente houve negligência ou falta de zelo com o dinheiro público, os envolvidos podem ter muitos dissabores. Aguardemos, pois.

Transparência nos TJs

Coluna Notas e Comentários, Tribuna do Norte
Notas publicadas em 16 de junho de 2009

Transparência nos TJs

Os Tribunais de Justiça terão que prestar contas dos gastos em suas respectivas páginas na internet, a partir de 1º de janeiro de 2010. Resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determina que seja garantido o livre acesso dos cidadãos às informações relacionadas a sua gestão administrativa, financeira e orçamentária. Para isso, os tribunais deverão criar em seus sites um campo denominado “Transparência”, no qual serão obrigados a informar dados atualizados e detalhados referentes à programação e execução orçamentária dos órgãos da Justiça, como despesas com pessoal e investimentos.

Transparência (2)

Informações referentes a pagamentos feitos aos fornecedores também deverão constar no site, assim como o tipo de bem fornecido, o serviço prestado e o beneficiário do contrato. A resolução também determina que os órgãos judiciários deem preferência à utilização de meios eletrônicos, em detrimento dos impressos, para divulgar informações, salvo em situações especificadas por lei, ou em casos de publicações de teor científico e didático, ou em que o documento deva constar no acervo físico do órgão.

Conflito na CEI

Nos depoimentos de ontem na Comissão Especial de Inquérito da Câmara, houve um momento de irritação entre o ex-secretário Edmilson Albuquerque e o vereador Ney Júnior. Como Edmilson foi prefeito em Caiçara do Norte, Ney Júnior o questionou se mantinha controle das secretarias e acompanhava todas as medidas adotadas pelos auxiliares. Edmilson respondeu que dava autonomia aos integrantes de sua equipe. Em seguida, acrescentou que a administração de Caiçara não é objeto da CEI e a pergunta do vereador foi inoportuna.

Fornecedores de remédios doaram verba para a campanha de Aparecida França

Política, JH Primeira Edição
Matéria publicada em 16 de junho de 2009

Crédito: Heracles Dantas

Legenda: Aparecida disse que conhecia as empresas, mas não sabe como elas passaram a ser doadoras

Danilo Sá - Repórter de Política

As empresas Cirufarma Comercial Ltda, que atua com produtos e serviços de hospitais, e a Santos e Fernandes Ltda, locação de veículos, foram duas das várias doadoras da campanha política da então candidata a vereadora Aparecida França (PC do B), em 2008. Mas, além de apoiadores do projeto da ex-secretária de Saúde de Natal, ambas possuem contratos com a Prefeitura de Natal desde a gestão do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PSB).

O caso foi revelado pelo vereador Ney Lopes Júnior (DEM), durante o depoimento da ex-secretária na Comissão Especial de Inquérito (CEI), que investiga a aquisição, manutenção e distribuição dos medicamentos na capital potiguar. Quando questionada se conhecia as empresas, a secretária confirmou, mas não soube explicar como elas passaram a ser doadoras da sua campanha.

A reportagem do JH Primeira Edição confirmou, com exclusividade, que a Cirufarma fez duas doações para Aparecida, somando R$ 10 mil, conforme sua prestação de contas ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

A Santos e Fernandes Ltda, por sua vez, fez seis doações, num total superior a R$ 26,5 mil. Uma rápida pesquisa nos arquivos do Diário Oficial do Município na internet confirma dezenas de contratos firmados entre as empresas e o Poder Executivo. Coincidentemente, os primeiros registros das duas firmas já são da administração de Carlos Eduardo.

Entre os contratos identificados no Diário Oficial, está o extrato de dispensa de licitação da Cirufarma, publicado no dia 15 de janeiro de 2008. Pelo contrato, voltado para a "aquisição de medicamentos para abastecimento da rede, através da manutenção dos estoques distribuídos a população", a empresa recebeu R$ 342.957,00.

Segundo o relator da CEI dos medicamentos, vereador Albert Dickson (PP), o caso também será incluído nas investigações. O parlamentar enfatizou que não há, a princípio, irregularidade nas doações, mas é preciso apurar como foram feitas as dispensas de licitações. "Outro fato que precisa se destacar, é que um dos almoxarifes que prestaram depoimento na comissão, afirmou que chegou nota fiscal da Cirufarma sem a mercadoria", lembrou Albert, referindo-se ao depoimento de José Tergentino.

Ex-auxiliares se negam a responsabilizar Carlos

Os depoimentos dos ex-secretários de Saúde, Aparecida França e Edmílson Albuquerque, realizados ontem durante todo o dia na Câmara Municipal de Natal foram marcados pela defesa dos ex-auxiliares municipais a favor do ex-prefeito Carlos Eduardo. Ambos negaram, por várias vezes, que o antigo gestor tivesse conhecimento dos problemas no acondicionamento de medicamentos.

Aparecida França negou que soubesse do descarte irregular de remédios, disse que não teve acesso total aos relatórios usados como base para instalação da CEI e pediu desculpas por recentes críticas que fez ao trabalho do grupo de vereadores.

Já Edmílson Albuquerque afirmou que, durante sua gestão, soube dos problemas nos almoxarifados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), mas não comunicou ao ex-prefeito porque tinha iniciado os trabalhos para sua solução. "Não consegui resolver, mas demos início para a solução, tínhamos orçamento, projetos em andamento e então tomamos as providências cabíveis no momento", disse.

No final dos depoimentos, o vereador Ney Júnior afirmou que, para ele, estava "claro o descaso com que era tratada a administração pública". "Não havia planejamento, não havia preocupação. Os dados para mim, já estão bastante esclarecidos", afirmou o democrata.

Hoje, o relator da CEI, vereador Albert Dickson viaja à Brasília em busca de mais informações sobre a auditoria feita pelo Ministério da Saúde na SMS em 2008. Amanhã, os integrantes da CEI voltam a se reunir para discutir a convocação do ex-prefeito Carlos Eduardo para também prestar depoimento. Nos bastidores, a informação é de que existe uma forte pressão contra o chamado do antigo prefeito. "Mas, se depender do relator, ele já ta convocado", finalizou Albert Dickson.

Doações de campanha

Coluna Alex Viana, JH Primeira Edição
Nota publicada em 16 de junho de 2009

Um dos integrantes da CEI dos Medicamentos, o vereador Ney Lopes Júnior (DEM) descobriu que duas firmas que prestam serviços para a Prefeitura de Natal (Cirufarma e Santos e Fernandes) desde 2003 - primeiro ano de mandato de Carlos Eduardo - doaram mais de R$ 25 mil para a campanha da ex-secretária de Saúde Aparecida França (PC do B) à Câmara Municipal de Natal, em 2008. As firmas possuíam contratos para fornecer medicamentos para a rede geral de farmácia do Município. De posse dessa informação, a CEI decidirá nos próximos dias se abrirá nova vertente de investigação ou se preferirá enviar a constatação ao Ministério Público.

NEY JÚNIOR

Coluna José Pinto Jr, Potiguar Notícias
Nota publicada em 16 de junho de 2009

Ney Jr. prevê sessão quente da CEI dos Medicamentos nesta segunda-feira (15)

Blog PedroCarlos.com
Nota publicada em 14 de junho de 2009


A sessão desta segunda-feira da Comissão Especial de Inquérito (CEI) dos Medicamentos, da Câmara Municipal de Natal, promete. Será ouvida a ex-secretária de Saúde do município e suplente de vereador Aparecida França. Aparecida será questionada a respeito do desperdício de mais de dez toneladas de remédios noticiados pela nossa imprensa e até na Rede Globo.

Este blog conversou ontem à noite durante o Mossoró Cidade Junina com o vereador Ney Lopes Jr. (DEM-na foto comigo e o vereador de Mossoró Genivan Vale (PR) autor da proposição da CEI e ele nos contou da expectativa para este depoimento. “Será importante ouvirmos a secretária porque até aqui o que temos colhido são depoimentos muito preocupantes”, contou.

Vários funcionários do almoxarifado aonde eram guardados os medicamentos repassaram informações que deixaram os vereadores preocupados. Dentre elas a de que os remédios vencidos eram descartados pela privada, o que é um absurdo e um atentado ao meio-ambiente. Além disso, o material também não seria acondicionamento adequado e por isso havia uma grande perda.

A sessão desta segunda-feira começa às 9h e promete ser a mais quente até aqui da CEI que foi instalada há cerca de 15 dias.

SEGURANÇA

Blog Rodrigo Loureiro
Nota publicada em 11 de junho de 2009

Na sessão desta quarta-feira (10), a Câmara Municipal do Natal aprovou o projeto de lei de autoria do vereador Ney Lopes Jr.(DEM), que dispõe pela proibição da transferência de valores e bens patrimoniais nos interiores de instituições públicas e privadas, que trabalham com grandes quantias em dinheiro, durante o horário de atendimento ao público.

A proposta objetiva garantir maior segurança à população, que utiliza diariamente os serviços de shoppings, casas lotéricas, bancos, escolas e outras instituições que trabalham com embarque e desembarque de carros de valores (carros fortes).

Ney Júnior

Arraiá do Palumbo

Coluna Hilneth Correia, Tribuna do Norte
Nota publicada em 14 de junho de 2009

Parceria Público-Privada

Coluna JH na Economia, JH Primeira Edição
Notas publicadas em 15 de junho de 2009


NEY JúNIOR PRESTIGIA a PROGRAMAÇÃO

Coluna Penso, Logo..., Gazeta do Oeste
Nota publicada em 13 d ejunho de 2009

O vereador natalense Ney Lopes Júnior (DEM) prestigiou ontem o Mossoró Cidade Junina. Acompanhado pela jornalista Suzy Noronha, o parlamentar não perdeu a oportunidade de fazer política na urbe amada por todos nós, onde possui uma extensa lista de amigos. Ney Júnior é nome forte para concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa no próximo ano.

Proposta de Ney Júnior visa reduzir índices de assaltos na capital

Coluna Hoje Na Economia, Jornal de Hoje
Nota publicada em 12 de junho de 2009

* A Câmara Municipal de Natal aprovou na última quarta-feira projeto-de-Lei de autoria do vereador Ney Lopes Júnior, que dispõe sobre proibição, durante o horário de atendimento ao público, da transferência de valores e bens patrimoniais no interior de instituições públicas ou privadas que trabalham com grandes quantias em dinheiro.

* Segundo Ney, sua proposta objetiva garantir mais segurança à população que se utiliza diariamente dos serviços de shopping centers, supermercados, casas lotéricas, bancos, escolas particulares e outras instituições que recorrem a empresas especializadas no transporte de valores durante o expediente comercial.

* Diz ele que se trata de "uma medida tanto educativa quanto de segurança", já que não é interessante para uma criança, por exemplo, visualizar guardas super-armados fazendo a proteção dos carros fortes, ao mesmo tempo em que esse fluxo de embarque e desembarque de altas somas aumenta a possibilidade de assaltos nos momentos em que as pessoas estão utilizando os serviços dos diversos estabelecimentos.

Vereadora propõe sessões de segunda a sexta na Câmara

Política, JH Primeira Edição
Matéria publicada em 12 de junho de 2009

A Câmara Municipal de Natal (CMN) pode passar a realizar sessões de segunda a sexta-feira. A proposta partiu da vereadora sargento Mary Regina (PDT), e deverá ser apreciada por um conjunto de parlamentares, que analisarão as mudanças necessárias para compor um novo regimento interno para a Casa, conforme pedido do vereador Ney Lopes Júnior (DEM). Hoje, são realizadas apenas três sessões plenárias na CMN durante a semana, nas tardes de terça a quinta-feira.

A idéia da vereadora, que faz parte da bancada oposicionista, é possibilitar mais tempo para os legisladores municipais se debruçarem sobre os projetos que serão votados para a cidade. "Todo trabalhador assalariado trabalha até o sábado. Nós devemos entender que nosso mandato também é um emprego e devemos ocupar todos os espaços possíveis para apreciar os projetos de Natal", disse Regina.

Mas, pelo menos por enquanto, a idéia ainda está longe de ser concretizada. Primeiro, deverá ser atendido o pedido do vereador Ney Júnior, que, como advogado, desde que assumiu seu lugar na Câmara, tem elencado uma série de problemas nas regras impostas pelo regimento interno para a CMN.

Em contrapartida, a proposta de Regina já começa a ganhar adeptos. O vereador Raniere Barbosa (PRB), também representante da oposição, já partiu em defesa da mudança, elogiando o que seria, para ele, "uma quebra de paradigma". Mas, o perrebista enfatiza a necessidade de se discutir a reformulação de toda a lei interna.

"O regimento tem que ser revisto em sua totalidade, tem muitos artigos ambíguos dentro do regimento. Vamos fazer tudo com ampla discussão para deixar nossa lei mais moderna e eficiente", diz Raniere Barbosa, que também cobra mudança no regimento.

Ney Júnior aprova projeto que proíbe transferência de valores em horário de atendimento ao público

Blog de Thaísa Galvão
Nota publicada em 11 de junho de 2009

O vereador Ney Lopes Jr (DEM) conseguiu aprovação de seu projeto de lei que proíbe o serviço de transferência de valores e bens patrimoniais nas instituições públicas e privadas que trabalham com grandes quantias em dinheiro, durante o horário de atendimento ao público.

A proposta tem como objetivo, garantir segurança à população que utiliza diariamente os serviços de shoppings, casas lotéricas, bancos, escolas e outras instituições que trabalham com embarque e desembarque de carros fortes.

“É uma medida tanto educativa quanto de segurança. Porque acredito que não é interessante para uma criança, por exemplo, visualizar os guardas com todas aquelas armas, mesmo sendo objeto de trabalho. Penso que seja agressivo para crianças, que ainda não têm um entendimento sobre a função. E de segurança, porque esse fluxo de embarque e desembarque aumenta a possibilidade de assaltos em momentos em que as pessoas estão utilizando os serviços dos diversos estabelecimentos”, explicou Ney Jr.

Observatório DN

Coluna Observatório DN, Diário de Natal
Nota publicada em 12 de junho de 2009

- O legislativo municipal aprovou projeto de lei de autoria do vereador Ney Lopes Júnior (DEM) que proíbe a transferência de valores e bens patrimoniais no interior de instituições públicas e privadas, que trabalham com grandes quantias em dinheiro, durante o horário de atendimento ao público.

Presidente da CEI diz que informações de depoentes apresentam contradições

Correio Político, Correio da Tarde
Matéria publicada em 10 de junho de 2009

Após ouvir 31 depoimentos de funcionários, ex-cargos comissionados e representantes de empresas terceirizadas, o presidente da Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investiga irregularidade na aquisição, no armazenamento e na distribuição de medicamentos pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Hermano Morais (PMDB), declarou, em entrevista ao CORREIO DA TARDE, nessa manhã, que existem contradições nos depoimentos prestados à comissão.

Os membros da CEI se reunirão na próxima terça-feira (16) para avaliar os depoimentos que já foram ouvidos, verificar os documentos que ainda precisam analisar e discutir a possibilidade de convocar novamente alguns dos depoentes e novos que ainda não prestaram esclarecimentos.

Antes da reunião, na segunda-feira (15) ocorre a audição dos ex-secretários de saúde, Aparecida França e Edimilson Albuquerque, no plenário da Câmara. Aparecida será ouvida às oito horas. Edimilson prestará depoimento às 14 horas. É justamente após esses depoimentos que os parlamentares avaliarão a necessidade de fazer mais convocações.

O nome mais esperado para a lista de convocações é o do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT). Hermano disse que há grandes chances de haver a convocação, que só será definida na reunião de terça. A comprovação das irregularidades, no decorrer da investigação, favorecem à confirmação do nome do ex-prefeito entre os depoentes. “ O nome de Carlos Eduardo já havia sido divulgado pelo relator e agora será discutido com os outros membros”, declarou o peemedebista.

Contradição

A principal contradição a ser esclarecida gira em torno do descarte irregular de remédios, infração confessada pelo ex-chefe do Serviço de Abastecimento Médico Odontológico e Laboratorial (Samol), o farmacêutico Fábio Brennand, que justificou o ato dizendo que precisava de espaço para colocar novos medicamentos, mas o descarte regular, solicitado por ele à chefia do DMP, não tinha acontecido.

Entre 2007 e 2008, a Marquise, empresa contratada pela Urbana para fazer o descarte de remédios, passou cerca de 10 meses sem recolher os medicamentos vencidos no galpão da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), quando antes fazia esse processo regularmente, a cada dois meses.

A empresa afirma que não recebeu solicitações da Urbana. O ex-chefe do Samol disse que fez diversas solicitações à chefia do Departamento de Materiais e Patrimônio (DMP), que prestou depoimento antes dos outros dois. Até o momento, não ficou esclarecido quem seria o responsável pelo acúmulo dos remédios vencidos no galpão.

Irregularidades

O presidente da CEI afirmou que as irregularidades denunciadas estão sendo comprovadas pela investigação. “Brennand confessou as infrações graves que praticou. Além do descarte irregular ferir à lei, tem também o crime ambiental de descartar remédios nos esgotos”, afirmou.

Além de Hermano, os vereadores Ney Lopes Júnior (DEM) – vice-presidente, Albert Dickson (PP) – relator, Paulo Wagner (PV) e Heráclito Noé (PPS) compõem a CEI dos medicamentos, que conta com a colaboração do Ministério Público Estadual (MPE), da Controladoria Geral da União (CGU) e de outras entidades. Os parlamentares pretendem concluir os trabalhos até o dia 18 de julho.

Vereadores solicitam contribuição de secretária de Saúde

Os vereadores da CEI dos medicamentos se reuniram, na tarde de ontem, com a secretária municipal de Saúde, Ana Tânia Sampaio, para solicitar contribuição da secretária nas investigações.

Hermano Morais informou que foram solicitados à gestora documentos referentes à aquisição e distribuição dos medicamentos, como também ofícios e memorandos referentes ás solicitações feitas pelo DMP e o Samol.

O presidente da CEI disse que a secretária prometeu contratar novos farmacêuticos para fazer um levantamento geral de todo o estoque que será descartado, para saber em número exato o tamanho do prejuízo que os cofres públicos teve com o desperdício.

“ Esse levantamento é muito importante, pois, parte dos produtos armazenados naquele galpão pode ser reaproveitada, como esparadrapos e gases”, afirmou.

Na reunião que teve com os vereadores, Ana Sampaio garantiu que, até a próxima sexta-feira (12), já terá assinado o contrato com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte para que os medicamentos da prefeitura sejam acondicionados em um galpão da Nuplan, no Campus. O novo local de acondicionamento, de acordo com a secretaria, possui todas as condições para a conservação dos remédios.

Outra reivindicação dos parlamentares que a secretária prometeu atender diz respeito à informatização do sistema de estocagem dos medicamentos. “Sem um sistema informatizado, há muitos erros de contagem, o que provoca desperdício.

Atualmente, percebemos que não há organização nem na chegada, nem na saída dos remédios, por falta de um controle de estocagem”, avaliou Hermano Morais.

Lei disciplina movimento de valores em locais públicos

Blog Luciano Kleiber
Nota publicada em 10 de junho de 2009

A Câmara Municipal do Natal aprovou hoje, 10, o projeto de lei de autoria do vereador Ney Lopes Jr. (DEM), que proíbe o movimento de valores e bens patrimoniais no interior de instituições públicas e privadas, durante os horários de atendimento ao público. A intenção é garantir maior segurança à população, que utiliza diariamente os serviços de shoppings, casas lotéricas, bancos, escolas e outras instituições que trabalham com embarque e desembarque de carros de valores (carros fortes). A lei segue para sanção da prefeita Micarla de Sousa e deverá obrigar as empresas que trabalham com transporte de valores a readequar seus horários de trabalho.

Comissão

Coluna Lances, Site Tok de Classe
Nota publicada em 10 de junho de 2009
Por Marcos Henrique

Câmara Municipal de Natal
Foto: Divulgação
Com o objetivo de criar uma comissão de vereadores para participar de todas as discussões sobre a Copa de 2014 em Natal, o presidente da casa, Dickson Nasser, enviou ofício nesta terça-feira para Secretaria estadual de esportes. Integram a comissão os vereadores Albert Dickson, Edivan Martins e Ney Lopes Júnior.